Arte por Breno Tamura
FELIPE

Setor 2 - Clube Atlético Juventus

Homenagem ao amigo Piva do Setor 2. Vídeo que demonstra a dedicação e luta desses bravos torcedores para acompanhar o time mais italiano da cidade de São Paulo. Na antiga Mooca um só grito entoa: Forza Juve!

  http://www.portaldamooca.com.br/ http://www.flogao.com.br/setor2 Rua Javari. Site Oficial:  http://www.juventus.com.br/

FELIPE

Renato Gaúcho x Romário

Velhos Tempos. Boas Brigas. Decisão polêmica do Campeonato Carioca de 1988. Provocações, invasões, socos e voadoras. Atenção especial aos jogadores avançados Alcindo e Renato Portaluppi, ambos pelo Flamengo, além do goleiro reserva Paulo César e o atacante Romário pela equipe do Vasco da Gama. Uma das últimas boas fases de nosso futebol em todos os aspectos possíveis. Época que a rivalidade ainda pegava fogo dentro de campo também. Hoje em dia a maioria dos jogadores não querem saber de mais nada, além de pagodes, prostíbulos e lojas de carro.  Não que a briga em si, como nesse caso, demonstre uma diferença gritante entre a nova geração em relação a uma mais velha, mas é que tempos atrás os jogadores pareciam mais interessados em vencer e jamais perder, principalmente para um rival. E o resultado disso é mais ou menos o que esse vídeo mostra… 

FELIPE

Gracias Diego

Esse vídeo é para quem nunca viu ou para quem já viu e tem vontade de rever. Despedida de Diego Armando Maradona em La Bombonera.  A ligação do ex-jogador com o público local é indescritível. Muitas estrelas foram se despedir de um dos maiores atletas que o futebol já viu. 

 

RELATOS

Os dribles no futebol

RELATOS

A magia do emproviso com a bola

fc-negrinho.JPG

Os dribles em uma pequena demonstração  podemos ver maravilhas  de invenções .
Pernas sé entrelação e quase da nó a bola parece viva e os moleques se empolgam a cada invenção
  Quanto mais difícil mais impressiona a quem vê confira as jogadas

FELIPE

ADÍOS DARÍO DUBOIS (1971-2008)

 Homenagem obrigatória a esse folclórico personagem das divisões inferiores do futebol argentino, apesar do tempo que já passou… Recordar é viver!  

  
100% acesso e metal!  

Darío Dubois tinha 37 anos e era o mais “metaleiro” dos futebolistas argentinos. Entrava em campo quase sempre com a cara pintada para demonstrar sua devoção e fanatismo ao black metal, até o dia que o proibiram de jogar assim. Formou um grupo musical que se chamava Tributo Rock, sendo que todos os companheiros tinham influências do metal. A banda era formada por jogadores de equipes do acesso com excessão de um deles, amigo de Dário. Faleceu em março dessa ano após passar dez dias internado lutando pela vida. O ex-futebolista não resistiu as hemorragias internas em decorrência de dois tiros sofridos durante um assalto quando saia do seu trabalho de técnico de som em Buenos Aires.O ex-zagueiro jogou ao todo 146 partidas e anotou 13 gols. Defendeu as cores do Central de Yupanqui, Lugano, Ferro Carril Midland, DeportivoLaferrere, Deportivo Riestra, Cañuelas, Deportivo Paraguayo y Victoriano Arenas, entre outros clubes.  

O valente ex-jogador precisou abandonar de maneira precoce sua carreira no futebol aos 34 anos por não ter condições financeiras de custear uma operação no joelho devido a uma ruptura nos ligamentos cruzados. Nem o clube Valentín Alsina, o último que defendeu, nem o Futbolistas Argentinos Agremiados (FAA) resolveram ajudar o atleta a fazer uma intervenção cirúrgica.  Maior representante da “cultura de acesso”, ou seja, aqueles que jogam em divisões inferiores por amor ao futebol acima de tudo, já que o dinheiro é pouco ou inexistente, Darío foi protagonista de algumas histórias interessantes, como por exemplo uma quando defendia a equipe do Lugano e a empresa que patrocinava o clube havia prometido pagar 40 pesos (um pouco mais de 40 reais) por partida ganha a cada um dos jogadores do time, porém o dinheiro das vitórias não aparecia.  Após terem conquistado três triunfos consecutivos e quando estavam prestesa disputar a quarta partida, Darío adotou uma postura um tanto quanto diferente, demonstrando sua personalidade forte e visão de mundo. Como a empresa não havia pago o que foi prometido ele decidiu tampar com uma fita preta a publicidade da camiseta do time. Porém, no dia do jogo, ele esqueceu de levar a fita e para conseguir por a cabo seu plano, quando entrou no estádio em Boulogne para enfrentar o Acassuso, agarrou um pouco de lama que havia perto do gramado e esfregou na região onde estava localizada a publicidade dessa empresa até tapá-la por inteiro. A camiseta laranja do Lugano ficou coberto por barro para demonstrar sua insatisfação, já que, segundo ele, o patrocinador se”cagava de dar risada” deles e não os pagariam de jeito nenhum. Outra vez, quando denunciou um dirigente do Juventud Unida, quando jogava para o Victoriano Arenas, que supostamente o havia oferecido dinheiro para perder e com esse resultado gerar a popularidade necessária para que esse dirigente pudesse almejar uma reeleição municipal, Dario Dubois indignado declarou publicamente que o político era  ”una rata inmunda’.  

Essas e muitas outras história renderam ao falecido jogador uma certa repulsa de dirigentes e treinadores, pessoas que não costumavam entender o seu jeito de ser, seu comportamento verdadeiro e direto, mas permitiu o reconhecimento de muitas pessoas que amam com sinceridade o futebol. Diversos torcedores, de diferentes clubes, o tem como ídolo e símbolo do futebol de acesso. Era um jogador aos moldes antigos, inadaptado ao futebol moderno que vemos hoje por aí… 

“Un payaso que se pinta la cara, pero que se mata por la camiseta” - Dário Dubois  

Em uma de suas últimas reportagens, Darío destacava que, uma vez operado, queria voltar ao futebol. “Por sorte tenho ofertas de clubes onde joguei e de alguns que nunca joguei, não sei o que viram, mas me amam. Sua torcida também, embora as vezes vou jogar lá contra eles. Não posso nomear, mas é EXCURSIONISTAS. Pena que ele não viveu para realizar esse sonho…  

Site sobre o Excursionistas: www.bajobelgrano.com  

   
Jogando pela equipe do Midland.